Thursday, October 15, 2009

Things Kiwiana

Kiwiana: Any of the many 'collectable', items redolent of New Zealand life and culture." Oxford N.Z. Dictionary

Kiwiana: Uma pequena cidade rural King Country, a oficial "Kiwiana Town" da Nova Zelândia e hotspot para todas as coisas "kiwis" '. Aqui é celebrada a identidade nacional, com exposições
kiwianas de íco
nes, heróis e tradições.

BBQ: Summer-loving, kiwis descobrem suas churraqueiras, raspam o limo do ano pasado e jogam as salsichas e carne sobre a grelha. Os homens são freqüentemente encontrados em volta do BBQ (para alguns esta é a única vez em que cozinham!) com uma cerveja na mão.

Black Singlet and Gumboots: Ha muito tempo atras, vestir uma regata de lã preta e um par de botas de borracha era uma instituição entre os homens fazendeiros mais "fashion-conscious". Você poderia até mesmo vê-los vestindo suas botas de borracha e camiseta preta para uma excursão para a cidade. A camiseta preta é quente, cobre até o suor do disco rígido, o trabalho é manual e sem mangas, para maior liberdade de circulação. Gumboots são amados por todos aqueles que encontram a lama na fazenda ou poças d'água na calçada.

Buzzy Bee: Um brinquedo infantil popular e criado pelos irmãos Hector e John Ramsey, de Auckland. Transformando de madeira para rolos de papel higiénico e maçanetas de madeira, Hec Ramsey aventurou-se em brinquedos, em meados dos anos 1940 com "Buzzy Bee" e bonecos Mary Lou. Com asas que giram e fazem estalam fazendo um ruido, Buzzy Bee é um sucesso entre as crianças em todos os lugares e um candidato definido para a Kiwiana Hall of Fame! Ao longo dos anos Buzzy Bee popularizou-se para milhões de crianças na Nova Zelândia, assim como algumas crianças mais famosas, incluindo Prince William.

Edmonds Cook
Book:Em quase toda a cozinha na NZ você encontrara uma maravilhosamente desgastada, bem manuseada e muito enfarinhada cópia do 'Edmonds Sure to Rise Cookbook'.

Fish ‘n' Chips: Nao tem coisa mais Kiwi do que Fish 'n' Chips da loja Fish ‘n’ Chips da esquina. Peixe frito revestidos em massa com batata frita da espessura de um dedo, envolto às pressas no jornal da semana passada. Isso tudo custa quase nada e é encontrado em todas as cidades da Nova Zelândia. Toda sexta-feira - "6 peixes e 5 shillings chips" é o suficiente para alimentar toda a família e a metado dos filhos do vizinho, assim, espalhar-se no chão da sala ou no pôr-do-sol, na areia da praia - nada melhor que isso.


Hokey Pokey Ice Cream: Sorvete de baunilha com pedaços Hokey Pokey um dos favoritos dos Kiwis. Neozelandeses começaram mastigando sabor em 1940. Pequenos pedaços de toffee são adicionados ao sorvete de baunilha criando esse sabor popular. Melhor apreciado derretendo os lados em um cone de waffle num dia quente de verão!

Jandals: A palavra Jandal vem de" sandália japonesa "e se tornou parte da Kiwiana na década de 1950. Em outros países são chamados de "thongs ou flip-flops". Calçados de verão favoritos para a maioria dos neozelandeses, uma parte importante de qualquer guarda-roupa Kiwi e estão disponíveis em uma gama de cores. Chinelos de dedo podem ser usado em qualquer lugar - desde a praia até o pub - sempre fashions por elas próprias. Feita inteiramente de borracha, duram anos e só quando o fio entre os dedos do pé se quebra, é hora de investir em um novo par. (Acreditem, a brasileirissima Havaianas é a mais popular!)

‘Kia Ora’: Provavelmente, a mais comum de saudação Maori, uma expressão geral que deseja boa sorte e todas as outras coisas boas para o proximo.

Kiwi: A mais improvável das aves. Bem como nao voar e de vida noturna, tem uma plumagem mais parecida com um cabelo desgrenhado do que penas. É também a única ave a ter as narinas no final de seu bico. Apesar disso, ou talvez por causa de todas as suas esquisitices, o kiwi foi entusiasticamente adotado pelos neozelandeses e se tornou um ícone nacional, batendo várias outras aves talentosas para o título. Se você quiser ver a coisa real, então você deve visitar a exibição noturna na Otorohanga Kiwi House. (Kiwis raramente são vistos na natureza, eles são muito tímidos e só saem à noite).
Neozelandeses tornaram-se conhecido como "Kiwis" durante a Primeira Guerra Mundial. O apelido foi inspirado por Kiwi Boot Polish, um produto Australiano usado por soldados da Nova Zelândia na Europa. (A esposa do fabricante, era neozelandesa, por este motivo ele nomeou o produto de "Kiwi"). O nome pegou desde então.


Monday, February 18, 2008

Karangahake Gorge e suas antigas minas de ouro

Parte do Karangahake Gorge Historic Walkway segue os velhos trilhos do trem entre Paeroa e Waihi (fechado em 1979), com trilhas que costeiam Ohinemuri River.A velha estacao de trem de Paeroa, eh hoje um centro de informacoes de visitantes, localizado em Waikino. A caminhada pode ser feita em tres sessoes. Parte das trilhas segue a velha ferrovia atraves do canion. Ao longo da estrada existem muitos caminhos mas, os mais notaveis sao: o tunel Karangahake de 1 km de comprimento (1903-05) (a qual eh iluminada entao, a caminhada eh segura); uma larga ponte (1905) cruzando o Ohinemuri River.
Planeje e prepare

O que esperar das trilhas:
  • Trilhas para caminhadas de alguns minutos a um dia
  • As trilhas sao bem formadas, mas algumas partes poderao estar danificadas
  • Trilhas acessiveis com baixa ou moderada resistencia fisica ou abilidade Sinalizacoes visiveis e pontes onde cruzam os riosTenis para caminhadas

Friday, December 28, 2007

Māori


Os Māoris são um povo nativo da Nova Zelândia e também, juntamente com o inglês, a língua oficial do país.

Na (língua maori), a palavra maori significa "normal"; "ordinário". Em lendas e outras tradições orais, a palavra distinguia seres humanos mortais de divindades e espíritos. Maori tem cognatos em outras línguas da Polinésia, como na língua havaiana ('Maoli') e na língua taitiana ('Maohi'), e todos têm sentidos semelhantes. Os primeiros exploradores europeus às ilhas da Nova Zelândia se referiam às pessoas que lá encontraram como "aborígenes", "nativos" ou "neozelandezes". Maori permaneceu como o termo usado pelos maoris para descreverem a si mesmos. Em 1947, o Departamento de Relações Nativas foi renomeado para Departamento de Relações Maoris para reafirmar a decisão.A Nova Zelândia foi um dos últimos lugares da Terra a serem descobertos e colonizados. Provas arqueológicas e lingüísticas (Sutton, 1994) sugerem que provavelmente ondas de migrações vieram do leste da Polinésia para a Nova Zelândia entre 800 e 1300 a.C. A tradição oral maori, descreve a chegada de antepassados provenientes de Hawaiki (um lugar lendário na parte tropical da Polinésia) por grandes canoas que cruzavam os oceanos (wakas). Não existe nenhuma prova de assentamento humano na Nova Zelândia antes dos viajantes maoris; por outro lado, evidências fortes da arqueologia, lingüística e antropologia física indicam que os primeiros povoadores vieram do leste da Polinésia e se tornaram os maoris. Na Nova Zelândia há uma riqueza enorme quanto à tatuagem. O povo Maori tem uma tatuagem muito impressionante que é a facial: a tatuagem "moko". Para muitas culturas a mão, o rosto e o pescoço estão fora da pintura corporal. Para os maoris, o homem cobre todo o rosto quanto mais nobre ele é. A tatuagem tinha uma coisa distintiva de status dentro da tribo, ou do clã. A posição social é dada pela tatuagem também. Quando eles entravam em guerra, cortavam a cabeça do inimigo e colocavam-na em urnas sagradas. No século 19, as cabeças tatuadas dos guerreiros maoris se tornaram objetos cobiçados por colecionadores europeus. Começou, então, o tráfico dessas cabeças, os próprios maoris passaram a troca-las por armas de fogo. Era uma história assustadora e triste, pois eles tatuavam para matar e vender.Nova Zelândia foi relativamente recente. O historiador neozelandês Michael King conta em The Penguin History Of New Zealand que os maoris são "a última comunidade humana na Terra intocada e não-afetada pelo resto do mundo". Os primeiros exploradores europeus — incluindo Abel Tasman (que chegou em 1642) e o capitão James Cook (que visitou pela primeira vez em 1769) — relataram encontros com maoris. Estes primeiros relatos descreviam os maoris como uma raça de guerreiros ferozes e orgulhosos. Guerras inter-tribais ocorriam freqüentemente durante este período, com os vitoriosos escravizando ou até comendo os perdedores. No começo dos anos 1780 os maoris tiveram encontros com marinheiros e baleeiros; alguns até eram tripulantes dos navios estrangeiros. A corrente contínua de presos que escapavam e de outros desertores em navios da Austrália também expôs a população indígena da Nova Zelândia à influências de fora. Em 1830 estimava-se que o número de europeus vivendo entre os maoris fosse de cerca de 2.000. As posições dos recém-chegados variavam de escravos a conselheiros de alto nível, de prisioneiros a outros que abandonaram a cultura européia e se indentificaram como maoris. Quando Pomare comandou um destacamento de guerra contra Titore em 1838, ele tinha 132 mercenários entre seus guerreiros. Frederick Edward Maning, um dos primeiros colonos, escreveu dois livros contemporâneos de sua vida, que se tornaram clássicos na literatura neozelandeza: Old New Zealand e History of the War in the North of New Zealand against the Chief Heke. Durante este período, a aquisição de mosquetes pelas tribos em contato com os europeus desestabilizou o equilíbrio de poder antes existente entre as tribos maoris, e então começou um período de guerrilha sangrenta inter-tribal, conhecida como "Guerra dos Mosquetes", que resultou na exterminação efetiva de várias tribos e a migração de várias outras para fora de seus territórios tradicionais. Doenças européias também mataram um grande número de maoris durante este período (o número exato é desconhecido, mas as estimativas variam entre 10% e 50%). Com a crescente atividade missionária européia e a colonização durante os anos 1830s — somada à falta de leis européias na colônia — a Coroa Inglesa, como potência mundial da época, foi pressionada para interferir contra o extermínio dos maoris.

Fugindo do obvio na Nova Zelandia. Porque um dia você ainda vai querer passear pela terra de "O Senhor dos Anéis"

Cansado de lugares óbvios? Então pegue um atlas: no canto esquerdo, mas normalmente no direito e às vezes nos dois, à direita e abaixo da Austrália, está a Nova Zelândia. Muitas pessoas conhecem muito pouco sobre esse país. Mas ele é tão incrível que em breve você vai começar a se perguntar como um lugar desses não saltou aos seus olhos antes. Sabe o cenário de “O Senhor dos Anéis”, que de tão surreal parecia mais um objeto de ficção? Aquele cenário é a Nova Zelândia. É lá que uma geleira atravessa uma floresta tropical(Franz Joseph Glacier), é lá que pode-se ver montanhas de neve da praia, além de vulcões, parques, lagos e cavernas incríveis. Mas o arquipélago neo zelandês não é feito só de praias paradisíacas e outras belezas naturais. O país também é conhecido pelos seus esportes radicais, que estão por todo lugar, mas se concentram na cidade de Queestown, com três bungejumps, saltos de pára-quedas, raftings, entre outros. Pra quem curte um esporte em prancha, no verão rolam altas ondas pela ilha. O lugar conhecido por ter as maiores ondas é Raglan, na ilha norte. No inverno, os surfistas sobem a montanha pra fazer snowboard. Ainda nos esportes, o país tem o melhor time de rugby, o All Blacks, que aproveita o grande porte do povo Maori. Culturalmente o povo nativo Maori foi o único a resistir à colonização européia, que sugeriu uma trégua e atualmente a cultura Maori é até mais forte que a inglesa, a língua maori é oficial, junto com o inglês e as pessoas costumam dizer ‘kia ora” ao invés de hello, os neozelandeses também são conhecidos como ‘kiwis’. Por falar em ‘kiwis’, eles são um muito amigáveis, gostam de beber até cair, principalmente cerveja, e adoram uma festa. Viajar pelo país também é fácil e a prática mais comum é a de backpacking, existe um tour bem interessante seguindo essa linha, que é a Kiwi Experience (www.kiwiexperience.com) Com 4 milhões de habitantes, a maior cidade é Auckland, mas a capital é Wellignton, mas o país muda muito, e não adianta ficar só em uma única cidade. Além disso, o país é pequeno, não que isso signifique que dê pra ver tudo.
E aí, se animou a sair do roteirinho óbvio de ter que escolher entre praia ou montanha? Como a foto não representa nem 1% do que é aquele lugar, para se aprofundar mais na cultura do lugar, assista ao filme Encantadora de Baleias. Ele explica e mostra muito sobre a cultura e beleza daquele lugar. E para informações mais completas sobre a Nova Zelândia vá em www.newzealand.com.

Thursday, December 27, 2007

Waitomo Caves

No dia 22 de dezembro (sabado), fizemos um passeio bem legal para comemorarmos o aniversario da minha mae. Levantamos bem cedo e partimos para Waitomo Caves. Antes de chegarmos ao nosso destino, paramos para tomar cafe em uma pequena cidade chamada Otorohanga.As Cavernas de Waitomo foram cortadas em rochas calcarias ao longo de milhoes de anos por um antigo rio que ainda corre nas suas profundezas. Formam uma paisagem espetacular de cores e desenhos diversos em varios ambientes, alguns com inumeras estalagmites e estalactites. O passeio eh sempre feito em grupo e acompanhado poe um guia, atraves de caminhos seguros e bem iluminados. A primeira a ser explorada foi a Aranui Cave, a qual recebeu esse nome depois que Ruruku Aranui, um maori local, foi o primeiro a achar esta caverna em 1910. Dentro encontramos a mais bela colecao de estalactites e estalagmites em diversas formas e algumas ainda em formacao. Aranui eh um lugar magico e mistico a qual faz parte do mito e da lenda maori. Ocupa um lugar especial nos coracoes das pessoas do distrito de Waitomo. Quando o passeio termina, podemos fazer uma trilha que nos leva a algumas cavernas onde ainda corre parte do rio. O ponto alto do passeio eh a Glowworm, visitada pelo primeiro europeu em 1887 e desde entao, vem encantando aventureiros. No teto dessa caverna vivem milhares de larvas de um mosquito que habita aquele mundo subterraneo. Para capturar suas presas, outros pequenos insetos, emitem uma palida luz azul e criam, no ceu da caverna, a visao fantastica de uma galaxia povoada de constelacoes. A primeira parte da visita eh feita a pe, dentro desta caverna ja foram realizados casamentos e ateh um concerto, o qual foi gravado. A guia perguntou se tinha alguem de aniversario e entao, todos cantaram parabens para minha mae dentro da caverna. a segunta parte da visita eh feita atraves de um barco que desliza sobre a agua, com as luzes apagadas, parece que estamos olhando para um ceu estrelado.
Existem, ainda, em Waitomo Caves, oportunidades de passeios para todos os gostos: cavalgadas, visita a Ohaki Maori Village, ao museu, etc. Para quem gosta de adrenalina, tem ainda o Black Water Rafting. Trata-se de um rafiting subterraneo na caverna Ruakuri. Vestindo roupas especiais de borracha e capacete, descemos por uma longa passagem subterranea, cheia de curvas e quedas d'agua, uma delas com trinta metros, sob um teto pontilhado se "estrelas", pois nela tambem vivem os glow worms. No final de tudo, depois de horas de emocao e brincadeiras, para aquecer o corpo e revigorar o espirito, um banho e uma refeicao quentes esperam o aventureiro.
Depois de conhecermos duas maravilhosas cavernas, voltamos para a cidade de Otorohanga onde almocamos e aproveitamos para conhecer a Otorohanga Kiwi House, um lugar onde se criou artificialmente o habitat da ave simbolo da Nova Zelandia, o Kiwi. Como o passaro tem habitos noturnos, o visitante pode, atraves de um vidro especial, ve-lo procurando
alimento com seu longo bico ou correndo rapido entre troncos caidos, em condicoes que simulam o luar da noite. Existem no local ainda varias outras aves em situacoes que recriam seus ambientes naturais. Esta visita a Casa do Kiwi existe em outras cidades, como por exemplo em Rotorua e Queenstown. (O horario vai das 9h as 16:30 www.otorohanga.co.nz)


Fonte de pesquisa:Viajando pela Nova Zelandia

Sunday, September 23, 2007

Eh muito interessante morar na New Zealand por varios motivos mas, neste post, vou me referir aos estrangeiros. É possível encontrar gente de tudo que é parte do mundo, como Japão, Índia, Chile, Malásia, China, Corea, Tawian, Europa e Brasil (muito, por sinal). Quando eu trabalhava no café, tinha uma colega do Japão (Sayuri), República Tcheca (Barbora), Eslováquia (Mirka), Corea (Kim), Canadá (Maude) e Argentina (Mercedes).
Quando comecei a trabalhar na documentacão da DMS Packhouse, tinha dois indianos que trabalhavam comigo, a Mani e o Manu (Manpreet). Lá, conheci malasianos, japoneses, chineses, indianos, uma canadense, um guri de Fiji e brasileiros, claro. Agora, no repack, conheci chilenos, malasianos, taiwaneses, chineses, um italiano, alemães e mais brasileiros!
É muito interessante pois, acabo aprendendo um pouco sobre a cultura de cada um deles :)

Saturday, June 23, 2007

Death Note: L Gets an Idea. (By SilentReaper)